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  • André Fraga aciona órgãos ambientais e denuncia possível contaminação química no Subúrbio Ferroviário

    Morte de animais marinhos e líquido azul-esverdeado na areia mobilizam ofícios ao Inema, Ibama e Sedur, além de denúncia ao Ministério Público Foto: Ascom/André Fraga O vereador André Fraga (PV) denunciou, nesta terça-feira, 24, uma possível contaminação ambiental na região de São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. A manifestação ocorreu após o gabinete ter recebido vídeos e diversos relatos de moradores que registraram o aparecimento de um líquido azul-esverdeado na areia da praia, além da morte de siris, tartarugas marinhas e diferentes espécies de peixes. “Os relatos e imagens recebidos são preocupantes e indicam a necessidade de investigação rigorosa. Não é aceitável que a comunidade conviva com a morte de animais marinhos e com a presença de substâncias desconhecidas na areia sem respostas claras”, afirmou o parlamentar. Segundo as denúncias, ao escavar a faixa de areia da Praia de Paripe, o líquido aflora do solo e exala odor forte, característico de produto químico. A situação estaria sendo observada há algumas semanas e tem gerado preocupação crescente na comunidade local, sobretudo entre pescadores artesanais e famílias que dependem diretamente da pesca para garantir renda e alimentação. Diante do cenário, o vereador acionou o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), além de formalizar representação junto ao Ministério Público. A iniciativa busca assegurar a apuração técnica dos fatos, a identificação da origem da substância e a responsabilização de eventuais envolvidos. No âmbito federal, foi solicitada a realização de inspeção especializada para avaliar possíveis violações à legislação ambiental, considerando que impactos sobre a fauna marinha e ecossistemas costeiros podem configurar dano de interesse da União. Já na esfera estadual, o pedido envolve a análise das condições ambientais da área, incluindo solo e água, bem como a regularidade das atividades exercidas no entorno. Em relação à esfera municipal, Fraga requereu a verificação das autorizações urbanísticas e das condições de funcionamento das empresas instaladas na região, com adoção de providências administrativas caso sejam constatadas irregularidades. Equipes técnicas do Inema estiveram no local na última sexta-feira, 20, e novas visitas estão previstas para os próximos dias, quando serão aprofundadas as análises. O vereador afirmou que seguirá acompanhando cada desdobramento do caso e cobrando rigor, transparência e respostas concretas das autoridades competentes. “Não vamos aceitar silêncio, omissão ou informações superficiais. A preservação ambiental e a segurança das famílias do Subúrbio Ferroviário são inegociáveis e precisam ser tratadas como prioridade absoluta”, concluiu.

  • André Fraga comemora mais uma edição do ParaPraia

    Projeto garante banho de mar assistido e reúne mais de 700 voluntários na orla de Salvador Foto: Iracema Chequer O vereador André Fraga (PV), idealizador do ParaPraia, esteve presente na 11ª edição da iniciativa, que assegura o acesso ao banho de mar assistido para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida em trechos da orla de Salvador. Concebido no período em que esteve à frente da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), o projeto consolidou-se como referência em acessibilidade ao lazer na capital. Para Fraga, a ação reafirma a inclusão como princípio permanente de política pública. “O ParaPraia reafirma que inclusão não é exceção. É um compromisso contínuo com o direito à cidade e com a dignidade das pessoas”, destaca. Desde a primeira edição, mais de 3.500 pessoas já foram beneficiadas. Neste ano, o ParaPraia reúne mais de 700 voluntários e conta com uma equipe multidisciplinar formada por profissionais e estudantes das áreas de Fisioterapia, Medicina, Psicologia, Educação Física e Enfermagem, assegurando atendimento humanizado, seguro e qualificado. Entre os diferenciais do projeto está o uso das cadeiras anfíbias, equipamentos desenvolvidos para circular na areia e flutuar na água, possibilitando o acesso ao mar com conforto e segurança. A estrutura reafirma o direito ao lazer e à ocupação plena dos espaços públicos como princípios de inclusão social, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Eugênia Soares da Cruz, que participa do ParaPraia pela terceira vez, diz que a experiência é inesquecível e que a expectativa dura o ano inteiro. Segundo ela, é preciso vivenciar para compreender a dimensão da iniciativa. “A gente precisa experimentar para entender o quanto é maravilhoso. Se está aqui, se foi feito para nós, temos que aproveitar. Eu espero o ano todo por esse momento. As pessoas precisam conhecer, aproveitar a estrutura e essa oportunidade.” Os próximos encontros   da 11ª edição acontecem nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, na praia Bacia das Moças, em Ondina, com encerramento nos dias 7 e 8 de março, na Praia da Preguiça, sempre a partir das 8h. Além disso, a participação é gratuita e aberta ao público, mediante apresentação de documento com foto. No caso de grupos grandes e pessoas em home care, é necessário realizar agendamento prévio. Informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (71) 99275-6306 ou pelo Instagram @parapraia. Para viabilizar a realização da ação, esta edição conta com o apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), além do patrocínio da Universidade Salvador (Unifacs), Wilson Sons, Salvador Shopping, Acelen e Bremen Veículos. Dessa forma, o projeto fortalece a articulação entre poder público, iniciativa privada e sociedade civil na promoção de uma cidade mais acessível.

  • Mandato de André Fraga articula Grupo de Trabalho com cooperativas para avançar na contratação da reciclagem em Salvador

    Processo reúne cooperativas e órgãos municipais para formular proposta no âmbito da limpeza urbana II Fórum de Coleta Seletiva. Foto: Ascom André Fraga Foi iniciado, nesta sexta-feira (30), o processo de construção de uma proposta para a contratação de cooperativas de materiais recicláveis pelo Município de Salvador. A agenda teve início com uma reunião virtual direcionada pelo mandato do vereador André Fraga (PV), com o objetivo de estruturar um Grupo de Trabalho voltado à elaboração de modelos viáveis de contratação pelo poder público, já prevista nos contratos municipais de limpeza urbana. Participaram da reunião representantes da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência e Bem-Estar e Proteção Animal (SECIS), da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (LIMPURB) e da Procuradoria Geral do Município de Salvador (PGMS), além da empresa de consultoria técnica BADAME e de integrantes das cooperativas CRUN, Cooperguary, CAMAPET, EcoRecicla+, Cooperbrava, Cooperes, Cooperativa Bariri, Coopcicla e COOCREJA. O Grupo de Trabalho nasce com a missão de transformar essa previsão contratual em mecanismos concretos de implementação, considerando aspectos legais, administrativos, técnicos e econômicos. Ao longo do debate, os participantes destacaram a importância de manter um espaço permanente de articulação entre Executivo, Legislativo e cooperativas, com diálogo direto sobre os desafios e possibilidades do setor. Também foi ressaltada a urgência de avançar na contratação das cooperativas diante da instabilidade econômica da cadeia da reciclagem, da queda nos preços dos materiais e do risco de inviabilização financeira de diversas organizações. Outro ponto central do debate foi a necessidade de reconhecimento formal do serviço ambiental prestado pelos catadores no âmbito da limpeza urbana do município. Para Fraga, o início dos trabalhos representa um passo importante para transformar demandas históricas em políticas públicas estruturadas. “Esse processo é fruto de um diálogo construído ao longo dos últimos anos com as cooperativas. O papel do mandato é ajudar a organizar esse acúmulo, criar pontes com o Executivo e contribuir para que Salvador avance em modelos mais justos e eficientes de coleta seletiva”, afirmou. Como encaminhamentos, foi definida a continuidade do Grupo de Trabalho, com coordenação e apoio do gabinete do vereador. Também ficou pactuada a realização de um primeiro encontro presencial após o Carnaval, quando serão definidos cronograma, prazos, responsabilidades e o compartilhamento de referências técnicas que subsidiarão a elaboração da proposta. Construção coletiva e próximos passos O processo dá continuidade à construção coletiva iniciada no II Fórum de Coleta Seletiva Solidária, realizado no ano passado, que reuniu cooperativas, gestores públicos e sociedade civil para discutir os rumos da reciclagem em Salvador. Entre os principais encaminhamentos daquele encontro esteve a necessidade de estruturar modelos de contratação das cooperativas pelo poder público, demanda que agora passa a ser trabalhada de forma mais sistemática. A expectativa é que, ao final do processo, seja elaborada uma proposta consistente de modelo ou modelos de contratação, a ser apresentada ao Executivo Municipal. Para o parlamentar, o momento reforça a importância da construção coletiva. “Valorizar as cooperativas é reconhecer quem está na linha de frente da reciclagem e da gestão de resíduos. Avançar nesse debate é fundamental para uma Salvador mais sustentável, inclusiva e comprometida com o trabalho digno” , concluiu.

  • II Fórum Coleta Seletiva Solidária traça estratégias para agenda da reciclagem em Salvador

    Encontro estabeleceu grupo de trabalho para formular proposta de contratação das cooperativas pela Prefeitura Foto: Ascom/André Fraga O II Fórum Coleta Seletiva Solidária reuniu na manhã desta quarta-feira (26), no Auditório Makota Valdina, no Comércio, representantes de cooperativas de materiais recicláveis, estudantes, gestores públicos, organizações da sociedade civil e empresas privadas para avançar na construção de políticas públicas para o setor. O encontro foi promovido pelo mandato do vereador André Fraga (PV), em parceria com 12 cooperativas da cidade. Durante o Fórum, as cooperativas apresentaram um conjunto de 24 propostas voltadas à valorização do trabalho dos catadores e à organização da cadeia da reciclagem no município. Entre as prioridades apresentadas, destacam-se a contratação direta das cooperativas para a prestação de serviços de coleta e triagem, além da criação do comitê para os encaminhamentos. As contribuições foram discutidas de forma integrada com as equipes técnicas presentes e com o poder público municipal. A partir disso, um dos principais encaminhamentos do encontro foi a criação de um grupo de trabalho responsável por consolidar e formular uma proposta de contratação dos serviços de coleta, reciclagem e destinação dos resíduos das cooperativas pelo município, etapa considerada estratégica para estruturar o setor e garantir condições dignas e estáveis de atuação para os profissionais. A programação contou também com uma apresentação do secretário da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência e Bem-estar e Proteção Animal (Secis), Ivan Euler, que trouxe dados atualizados sobre o cenário municipal da coleta seletiva e as perspectivas da gestão para ampliar a estrutura de reciclagem da cidade. Para o vereador, o Fórum demonstra a força da construção coletiva e reforça a necessidade de transformar as demandas das cooperativas em políticas públicas efetivas. “Saio muito animado deste encontro. As cooperativas trouxeram propostas alinhadas ao que precisa avançar em Salvador. A cidade só evolui em reciclagem quando escuta e reconhece quem está na linha de frente. O mandato segue junto, comprometido em garantir que essas demandas resultem em melhorias reais para os trabalhadores”, destacou. A importância da continuidade desse processo também foi destacada por Joílson Santana, coordenador-executivo da ONG CAMA (Centro de Arte e Meio Ambiente). Ele ressaltou que esta segunda edição do Fórum aprofunda discussões essenciais sobre a inclusão socioeconômica dos catadores e reforça a urgência da contratação como mecanismo de valorização profissional. “O CAMA trabalha os três R 's: reconhecer, respeitar e remunerar, e este encontro coloca em evidência justamente aquilo que é central para esses trabalhadores, que é enxergar o valor do serviço que eles prestam para esta cidade. Salvador, como primeira capital do Brasil, tem muito a ganhar ao reconhecer a importância socioambiental desse trabalho”, afirmou. O evento marcou ainda o encerramento do PAT (Plano de Ação Territorial) de economia circular do Prodeter (Programa de Desenvolvimento Territorial), iniciativa do Banco do Nordeste voltada ao fortalecimento da reciclagem e ao desenvolvimento sustentável no estado. Ao final, participantes reforçaram que a continuidade do diálogo entre cooperativas, poder público e sociedade civil é essencial para uma Salvador mais justa, sustentável e com uma gestão de resíduos mais eficiente.

  • Mandato de André Fraga promove II Fórum Municipal de Coleta Seletiva nesta quarta-feira (26)

    Cooperativas e gestores se reúnem para alinhar avanços na política de reciclagem Foto: Marcelo Gandra Salvador recebe nesta quarta-feira, 26 de novembro, às 9h, o II Fórum Municipal de Coleta Seletiva, encontro realizado pelo mandato do vereador André Fraga (PV) em parceria com cooperativas de materiais recicláveis da cidade. O evento será sediado no Auditório Makota Valdina, Edifício Secult, no Comércio, com inscrições abertas pelo link http://bit.ly/forumcoletaseletiva-ssa2 .  O objetivo central do Fórum é reunir as cooperativas e demais atores do ecossistema da reciclagem para discutir o avanço de políticas públicas para o setor, construir novas estratégias de forma colaborativa e ouvir diretamente dos catadores e catadoras quais são as prioridades e de que forma o mandato pode apoiar esses trabalhadores. Participam do encontro as cooperativas CanaRecicla, Camapet, Cooperlix, Cooperbrava, Coocreja, Cooperes, Canore, Caec, Cooperguary, Crun, Coopcicla e Bariri. Além disso, o secretário da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência e Bem-estar e Proteção Animal (Secis), Ivan Euler, fará uma apresentação sobre o cenário municipal da coleta seletiva, com dados atualizados e perspectivas da gestão para ampliar a estrutura de reciclagem da cidade. Em seguida, as cooperativas conduzirão discussões sobre desafios, oportunidades e demandas urgentes do setor. No primeiro Fórum, realizado em 2023, consolidou-se uma pauta comum entre cooperativas, órgãos públicos, sociedade civil e especialistas, o que contribuiu para aprofundar diagnósticos e propor caminhos para uma coleta seletiva efetiva e inclusiva. Esta nova edição dá continuidade a essa construção coletiva, amplia o diálogo e reforça o protagonismo dos catadores na formulação das políticas ambientais da capital. Para Fraga, o Fórum representa um avanço importante no compromisso de fortalecer a reciclagem em Salvador. “Este encontro reafirma que a coleta seletiva depende da valorização de quem está na linha de frente. Nosso papel é escutar, construir junto e garantir que as políticas públicas respondam às necessidades reais das cooperativas”, afirmou. Durante o evento, será realizado também o encerramento do PAT de economia circular do Prodeter, programa que apoia iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável e ao fortalecimento da cadeia da reciclagem. O vereador reforça ainda que o diálogo contínuo com as cooperativas é essencial para transformar a realidade da cidade. “Quando aproximamos poder público, catadores e sociedade, criamos soluções mais fortes e duradouras. As cooperativas são decisivas para uma Salvador mais justa, limpa e sustentável”, destacou. Assim, o II Fórum Municipal de Coleta Seletiva reafirma o compromisso do mandato com a inclusão socioprodutiva dos catadores, com o avanço de políticas que ampliam a reciclagem, geram trabalho e renda e promovem uma gestão de resíduos mais eficiente e humana. Serviço   O quê?  II Fórum Coleta Seletiva Solidária. Onde?   Auditório Makota Valdina, no 11º andar do Edifício Secult, Comércio. Quando?  Quarta-feira (26/11), às 9h. Inscrições: bit.ly/forumcoletaseletiva-ssa2

  • André Fraga integra a delegação brasileira e representa a CMS na COP30

    Vereador e ambientalista reforça participação social e protagonismo regional em conferência global de clima O vereador e ambientalista André Fraga integrará a delegação brasileira na COP30, Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, marcada para novembro em Belém (PA). Um dos encontros mais importantes do mundo sobre clima, a COP reúne líderes internacionais, cientistas e representantes da sociedade civil para definir políticas e compromissos na mitigação das mudanças climáticas. A presença de Fraga na conferência reflete mais de 20 anos de dedicação à sustentabilidade e à justiça climática, além de sua atuação como secretário municipal e vereador. “Este é um momento de ação coletiva e de participação cidadã. A crise climática exige compromisso, diálogo e soluções concretas, e é isso que vamos buscar em Belém”, afirma, destacando também a importância de representantes locais nas decisões globais. Ao longo da carreira, Fraga integrou a delegação oficial do Brasil em três COPs anteriores: COP21, Paris, 2015, com o histórico Acordo de Paris; COP23, Bonn, Alemanha, 2017; e COP25, Madri, Espanha, 2019. “Cada participação mostrou a importância da ação coordenada e da participação cidadã na construção de soluções climáticas concretas”, lembra. Experiência e compromisso ambiental Em seu currículo, está a coordenação da Semana Latino-Americana de Clima, realizada em Salvador em 2019, promovida pela ONU em parceria com a Prefeitura da cidade, reunindo cerca de quatro mil pessoas. À frente da Secretaria de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis), conduziu a organização do evento, garantindo ampla participação da sociedade. Também liderou planos de ação climática como o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, o Plano Diretor de Arborização Urbana e o Plano de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas, todos com forte participação social. Atualmente, preside a Comissão Especial de Emergência Climática da Câmara Municipal de Salvador. Em 2025, Fraga lançou a Caravana pela COP30, com o tema “Justiça Climática e Sustentabilidade a Caminho da COP30” , percorrendo o interior da Bahia com palestras, debates e encontros que reuniram estudantes, agricultores, lideranças comunitárias e empresários. A iniciativa ampliou o diálogo sobre a crise climática, incentivou a educação ambiental e valorizou soluções locais. “A Caravana conecta conhecimento técnico aos saberes populares e reforça o protagonismo do Nordeste na construção de uma transição ecológica justa”, afirma.

  • Árvore não é poste

    Ao visitar um domicílio, o agente do Censo 2022 observava o entorno e buscava árvores na rua, num raio próximo à residência em questão. A presença ou ausência de árvores compôs mais um dado do mais recente censo brasileiro e revelou como as cidades brasileiras são pouco arborizadas. Salvador se destacou entre as capitais com menos árvores nas calçadas a partir do censo. Já em outro recente estudo do MapBiomas, de 2024, a capital baiana figura como a segunda com mais área vegetada do Brasil, tendo um pequeno ganho de área verde nos últimos anos. Mas o que explica essa contradição? Como Salvador pode ser, ao mesmo tempo, a segunda capital menos arborizada e a segunda com maior proporção de área com vegetação? Arborização urbana é ciência. Árvore não é poste. O planejamento de arborização é preciso identificar o local correto, preparar o solo, ter equipamentos e mão de obra. No início, a árvore precisa de cuidados diários com água, combate a pragas, proteção contra vandalismo e até mesmo furto, quando não é comida por animais soltos na rua. Ao longo dos anos, atenção e cuidado farão essa árvore crescer e garantir todos os seus serviços ecossistêmicos. Nos últimos anos, Salvador plantou muitas árvores, mas é verdade que o número não foi suficiente para mudar o panorama de uma cidade pouco arborizada. A opção de plantio em canteiros, praças e áreas livres é importante, mas limitada, pois não promove benefícios aos pedestres em calçadas. A escolha tem razões técnicas e econômicas: plantar em calçadas é mais caro e complexo. Muitos bairros na cidade sequer possuem calçadas; a maioria que as possui tem largura menor que o mínimo necessário para compatibilizar o plantio de árvores com a acessibilidade de pessoas com deficiência. Em 2022, quatro a cada 10 habitantes (42,7%) de Salvador moravam em favelas, espaços altamente adensados e marcados, por exemplo, pela ausência de calçadas. Mesmo sendo uma política pública importante, com impactos sistêmicos que vão de saúde à infraestrutura, não há uma fonte de financiamento específica para arborizar as calçadas. Salvador já possui, desde 2017, a Lei 9.187, que dispõe sobre o Plano Diretor de Arborização Urbana do Município de Salvador, e trouxe muitas inovações, mas ainda carece de uma aplicação efetiva, especialmente por parte dos órgãos de licenciamento e de execução de obras. No âmbito estadual, não há nada para promover a arborização nas cidades. Nem um programa. Nem um centavo. No nível federal, está em discussão o Plano Nacional de Arborização Urbana. Nossas cidades só serão efetivamente arborizadas se isso for uma iniciativa de todo mundo: governos, empresas e sociedade civil. Eu sei que você certamente acha importante termos muitas árvores na cidade, mas me responde uma pergunta: quantas delas você já plantou e cuidou? Artigo publicado originalmente no jornal A Tarde em 30 de outubro de 2025

  • Audiência pública discute acesso de crianças a áreas verdes em Salvador

    Promovido pelo vereador André Fraga, o evento reuniu educadores e gestores para debater soluções que aproximem a infância da natureza Nesta segunda-feira (29), a Câmara Municipal de Salvador sediou a Audiência Pública “Criança, Educação e Natureza”, iniciativa do mandato do vereador André Fraga (PV) em parceria com o Instituto Alana. O encontro, realizado no Centro de Cultura Vereador Manuel Querino, discutiu políticas e ações para aproximar crianças de áreas verdes e transformar os entornos escolares em espaços mais seguros, saudáveis e inclusivos. A mesa contou com JP Amaral, gerente de Natureza do Instituto Alana; Matheus Passos, oficial de Águas, Saneamento e Higiene do UNICEF; Thiago Dantas, secretário municipal de Educação; Pablo Souza, secretário de Mobilidade; Tânia Scofield, presidente da Fundação Mário Leal; Ivan Euler, secretário de Sustentabilidade e Resiliência; Denise Gomes, representando a Desal; Simone Café, do Núcleo Especial de Apoio à Primeira Infância; e Daniel Cady, cofundador da Escola Ybá. Além dos representantes oficiais, participaram professores, pais, gestores escolares e organizações da sociedade civil, que compartilharam experiências e desafios na integração da natureza ao cotidiano escolar. Entre as propostas discutidas estão hortas e jardins escolares, preservação de áreas verdes urbanas e soluções de mobilidade inclusiva que garantam acesso seguro das crianças a esses ambientes. “O direito ao verde é também o direito a uma infância plena e saudável. Cada vez mais, vemos crianças afastadas da natureza, tanto pelo uso excessivo de telas quanto pela escassez de áreas verdes próximas aos domicílios. A escola pode e deve ser esse espaço de reconexão”, disse Fraga, lembrando que o acesso a um meio ambiente equilibrado é garantido pela Constituição Federal e precisa ser assegurado a todas as crianças. Realidade atual Segundo dados do Instituto Alana, Salvador lidera o ranking das capitais com pior acesso infantil a áreas verdes: cerca de 87% das escolas não possuem cobertura vegetal. A pesquisa, realizada em parceria com o MapBiomas e a Fiquem Sabendo, analisou mais de 20 mil instituições em todo o país e revelou que metade das escolas da cidade está em áreas de risco climático, sujeitas a alagamentos e deslizamentos, agravando os impactos das mudanças climáticas no aprendizado e na saúde das crianças. Para JP Amaral, a capital baiana enfrenta grandes desafios, mas também apresenta oportunidades para aproximar educação e natureza. Ele destacou que o levantamento identificou déficit de áreas verdes dentro e ao redor das escolas, além da presença de muitas unidades em áreas de risco climático. “Já existe um olhar intersetorial entre secretarias, com iniciativas de pátios naturalizados e melhorias na mobilidade do entorno. Esse é o melhor caminho que a Prefeitura pode seguir”, afirmou. Nesse cenário, Amaral ressaltou que o debate liderado pelo vereador fortalece a construção de políticas públicas que integrem clima e educação. Ele defendeu a inclusão das escolas no plano de adaptação climática da cidade, recordando que, em situações de desastre, elas funcionam como espaços de acolhimento para as famílias. “Precisamos preparar o setor da educação como um ativo central no planejamento climático de Salvador”, completou. Daniel Cady citou como exemplo a Escola Ybá, planejada desde a arquitetura até a metodologia para integrar crianças ao ambiente natural. Ele explicou que a concepção dos espaços e a proposta pedagógica estimulam o aprendizado ao ar livre e a convivência com a natureza. “Quando a gente integra todos os sentidos, o aprendizado se multiplica. É preciso retomar a convivência com o ambiente externo”, defendeu. Ao final do evento, o parlamentar reforçou o compromisso do mandato com a pauta: “Nosso trabalho também busca garantir que cada criança tenha acesso a espaços que inspirem saúde, aprendizado e cidadania. Essa audiência é um passo importante para transformar essa visão em realidade.” Como encaminhamento, foi anunciada a criação da Coalizão Criança e Natureza, uma rede de parceiros voltada a fortalecer políticas que conectem educação, meio ambiente e mobilidade urbana, ampliando experiências bem-sucedidas já presentes em escolas públicas e privadas da cidade.

  • André Fraga passa a integrar Bancada do Clima durante evento em Brasília

    Único representante da Bahia, o vereador participou do lançamento de projeto que torna escolas públicas mais preparadas para o clima 1º Encontro Nacional da Bancada do Clima, em Brasília O vereador André Fraga (PV) participou, nesta quinta-feira (25), em Brasília, do 1º Encontro Nacional da Bancada do Clima, que reuniu parlamentares de diferentes estados e partidos para alinhar prioridades de adaptação climática, com foco especial em iniciativas voltadas ao ambiente escolar. Durante o encontro, foi lançado um Projeto de Lei (PL) para adaptação climática nas escolas públicas, com objetivo de implementar políticas educacionais e estruturais que aumentem a resiliência das unidades escolares frente às mudanças climáticas. O PL propõe a elaboração de planos escolares de adaptação, contemplando conforto térmico, ventilação e iluminação natural, proteção contra chuvas intensas, enchentes e deslizamentos, além da criação de espaços verdes e arborização, tanto dentro quanto ao redor das escolas. A iniciativa também prevê a participação ativa de alunos, professores, familiares e comunidade escolar na construção de soluções sustentáveis, integrando educação ambiental às práticas pedagógicas. “A escola é um espaço estratégico de transformação. Incluir a adaptação climática no cotidiano escolar é garantir que as próximas gerações estejam preparadas para enfrentar os impactos ambientais” , destacou Fraga. Ele reforçou que a participação na Bancada do Clima fortalece o mandato em Salvador e na Bahia, conectando-o a uma rede de lideranças comprometidas com políticas inovadoras de proteção ambiental e bem-estar das comunidades. O substitutivo do PL 226/25, que serviu de base para a proposta, estabelece princípios claros: centralidade da escola, infraestrutura resiliente, protagonismo infantojuvenil e participação comunitária. Orienta, ainda, que a adaptação climática contemple eventos extremos, como ondas de calor, inundações e baixa umidade, garantindo sistemas de segurança, adequação de uniformes, alimentação e hidratação adequadas, além de medidas de prevenção, alerta e resposta emergencial. A justificativa do projeto ressalta que crianças e adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso e outros fenômenos climáticos extremos, impactando tanto a saúde quanto o desempenho escolar. Estudos internacionais, como os do Centro sobre a Criança em Desenvolvimento da Universidade de Harvard, reforçam que altas temperaturas reduzem o aprendizado, evidenciando a necessidade de adaptação nas escolas. Iniciativas locais, como o projeto Refresca SP, já demonstram que áreas verdes e o contato com a natureza melhoram indicadores de saúde e aprendizagem. A Bancada do Clima é formada por 57 parlamentares das esferas federal, estadual e municipal, além de representantes da sociedade civil, atuando de forma suprapartidária para propor políticas públicas que aumentem a resiliência das cidades. A ação coordenada do lançamento do PL pretende protocolar a proposta em diversas cidades do país, promovendo escolas mais seguras, sustentáveis e preparadas para os desafios climáticos. Fraga, que é o único representante da Bahia, concluiu que a iniciativa é um passo importante para a formação de cidadãos conscientes, para a preservação do meio ambiente e para a construção de comunidades resilientes: “Investir na adaptação climática das escolas é investir no futuro de nossas crianças e adolescentes, garantindo que a educação caminhe lado a lado com a sustentabilidade”.

  • Projeto de André Fraga garante primeira Área de Proteção ao Ciclista em Salvador

    A partir de 2 de setembro, a Av. Magalhães Neto terá fechamento exclusivo para treinos de alto rendimento André Fraga e equipe de implementação da Lei das APCCs O mandato do vereador André Fraga (PV) alcançou mais um marco relevante em defesa do esporte em Salvador. Resultado de um projeto de sua autoria, a Lei nº 9.709/2023 institui as Áreas de Proteção ao Ciclista de Competição (APCCs) e será aplicada a partir do dia 2 de setembro. A Avenida Magalhães Neto será a primeira via com fechamento controlado às terças e quintas-feiras, das 4h às 5h30, garantindo segurança e condições adequadas para os treinos de alto rendimento. Segundo o parlamentar, a iniciativa atende a uma demanda histórica dos atletas da cidade. “Depois de muito diálogo, conseguimos aprovar essa lei histórica, que vai garantir mais segurança e condições adequadas para quem treina em Salvador. É uma vitória para os ciclistas e para a cidade, que ganha uma política pública de baixo custo e alto impacto” , destaca Fraga. A regulamentação da Lei foi fruto de uma mobilização no Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Habitação e Urbanismo da Capital, conduzida pelo promotor Heron José de Santana Gordilho. A iniciativa contou ainda com a colaboração da Secretaria Municipal de Mobilidade (SEMOB) e da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), tanto na definição da área onde a primeira APCC será implantada quanto na manutenção semanal do fechamento da via. Com a medida, Salvador terá sua primeira Área de Proteção ao Ciclista de Competição, seguindo o exemplo do Rio de Janeiro, que já adota políticas semelhantes. “A criação dessas áreas ajudará a evitar acidentes, protegendo quem treina nas ruas e reforçando o compromisso do mandato com o esporte, a mobilidade sustentável e a preservação da vida”, afirma o vereador. As audiências públicas que antecederam a implementação das APCCs tiveram a participação de diversas entidades e associações, como a Aprogeo-BA (Associação Profissional dos Geógrafos da Bahia), a Federação Baiana de Ciclismo, a Federação Baiana de Triathlon, a União de Ciclistas do Brasil e o coletivo Pedal Corda do Caranguejo, que contribuíram com o debate e reforçaram a relevância da iniciativa para os ciclistas da cidade. Área regulamentada A medida prevê a implantação de circuitos com pelo menos 1,5 km linear em cada sentido, totalizando 3 km por volta. Cada Prefeitura-Bairro poderá dispor de até duas áreas, sempre nos horários estabelecidos e com baixo fluxo de veículos, reduzindo riscos de acidentes e ampliando a segurança para quem treina. Além disso, o Poder Executivo deverá promover campanhas de conscientização com motoristas e definir regras de fiscalização, valores de multas e demais medidas de segurança no trânsito. Atualmente, não existem áreas específicas para treinos desse tipo em Salvador, e mesmo atletas amadores encontram limitações, pois não podem utilizar ciclovias onde as velocidades ultrapassam 50 km/h, tornando a prática insegura. Nas APCCs, o ciclista consegue percorrer de 60 a 70 km em apenas uma hora e meia de treino, enquanto os ultraciclistas podem atingir entre 180 e 200 km. É importante ressaltar que a destinação do espaço para as APCCs corresponde ao Art. 58 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, do Código de Trânsito Brasileiro, que garante um ambiente regulamentado para a prática do ciclismo.

  • Cérebros podres; big techs gordas

    Todo ano, o dicionário Oxford escolhe uma palavra da língua inglesa como palavra do ano. A palavra escolhida é geralmente aquela que melhor representa o clima, as preocupações ou a cultura do ano em questão, refletindo as mudanças e tendências da língua. Em 2024, brain rot , em inglês, ou podridão cerebral, em português, foi escolhida como a “palavra do ano”. De acordo com o dicionário, a expressão descreve o dano mental atribuído ao excesso de uso de mídias digitais para consumir conteúdo trivial e irrelevante. Como disse a neurocientista Suzana Herculano-Houzel: “A espécie mais promissora do planeta, aquela que carrega em seu cérebro o maior número de neurônios corticais capazes de encontrar padrões, formar associações e aprender com o passado para mudar o futuro, quem diria, resolveu usar sua capacidade cerebral para gastar tempo rolando telas”. Na era do extrativismo de dados e da tecnopolítica, manter os usuários mais tempo on-line significa coletar mais informações, fazendo mais dinheiro entrar no caixa das empresas. Por isso, as plataformas são projetadas para nos manter o máximo de tempo grudados às telas. É na infância e adolescência que as consequências do uso de tela são mais preocupantes, com prejuízos tanto ao aprendizado quanto à saúde física e mental, já confirmados por estudos que elencam o aumento de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio entre crianças e jovens, além da redução do desempenho escolar. Uma a cada três crianças já sofre de miopia no mundo, dado alarmante que acendeu um alerta na Organização Mundial da Saúde. A limitação do acesso a celulares nas escolas passou a ser um caminho percorrido por diferentes países, inclusive recentemente pelo Brasil, recomendada por um relatório da UNESCO, que utilizou evidências científicas para justificar a medida. A escolha mostrou-se positiva, com relatos de melhora na concentração dos alunos, nas notas e na interação entre os estudantes.. Nada novo para alguns. As elites do Vale do Silício afastam seus filhos das telas, pois sabem que os benefícios na educação infantil são limitados, enquanto o risco de dependência é alto. Bill Gates e Steve Jobs só presentearam seus filhos com smartphones aos 14 anos. A retirada do celular das mãos de crianças e jovens nas escolas não significa a ausência de educação sobre a relação com as mídias; pelo contrário, é fundamental pensar na relação saudável e crítica com os aparelhos eletrônicos e seus usos, e com as mídias digitais. Mas nada adiantará se, em casa, pais e cuidadores não desgrudam das telas. A criação de vínculo, afeto e intimidade passa muito longe da tela do celular. Infelizmente, alguns pais vão mais longe: se aproveitam dos algoritmos e estimulam a exposição e adultização de crianças e jovens para lucrar, mesmo colocando seus filhos ao alcance de toda sorte de criminosos, em especial pedófilos, e arriscando impactos duradouros na saúde mental. Na mesma equação, temos cérebros apodrecendo, relações interpessoais desaparecendo e big techs engordando. Artigo publicado originalmente no jornal CORREIO em 1 de setembro de 2025

  • Vereador André Fraga abre inscrições para voluntariado e incentiva participação em projetos verdes

    Voluntários podem atuar em formação e campanhas socioambientais de forma presencial ou remota O vereador André Fraga abriu inscrições para o voluntariado da Rede de Embaixadores do programa ODS nas Ruas. As vagas ficam disponíveis até 15 de setembro, com carga horária média de 2 a 6 horas por ação. O cadastro pode ser feito pelo link bit.ly/queroser-embaixador , garantindo participação em atividades presenciais e digitais. Segundo o vereador, “a rede é fundamental para formar novas lideranças, aproximar a militância ambiental da participação política e fortalecer o engajamento da população em torno de causas socioambientais”. Os embaixadores participam de formações, rodas de conversa, plantios, limpezas de praias e campanhas socioambientais, além de integrar projetos como a Caravana pela COP 30, que percorre Salvador e cidades do interior da Bahia, promovendo debates sobre meio ambiente, educação e inovação, com atenção especial à emergência climática. Uma novidade da rede é o Embaixador Digital, destinado a quem não pode participar presencialmente ou mora fora da capital. Nesse formato, os participantes contribuem remotamente em missões, campanhas on-line e podem realizar pequenas ações locais, como oficinas, palestras, plantios simbólicos e campanhas comunitárias. A rede nasceu em 2020, quando moradores de diferentes bairros se uniram para levar a sustentabilidade para o campo político e apoiar a construção de um trabalho coletivo, transparente e participativo.  Atualmente, conta com mais de 130 embaixadores ativos e tornou-se uma ferramenta estratégica para ampliar o engajamento cidadão. “O envolvimento da população faz o trabalho ser coletivo e conectado à realidade das pessoas. Cada pessoa transforma ideias em ações concretas que impactam comunidades inteiras’’, afirma Fraga. Ao integrar atividades de educação ambiental e participação cidadã, o projeto se alinha aos objetivos da Agenda 2030 da ONU, um plano global que estabelece 17 metas para promover desenvolvimento sustentável, redução das desigualdades e proteção do meio ambiente.

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